Agora, eu tenho que ir.
Para que lugar? Esta é uma resposta que estou cansado demais para procurar.
Eu vi meu sonhos varridos por esta rua.
Senti a chuva carregando minhas mágoas, para um lugar que eu não poderia mais curá-las.
Vi todo meu amor, sendo levado pelo vento e não chegando ao seu destino.
Desculpe, estou muito cansado para me importar,
e agora, eu tenho que ir.
Eu ainda quero que você vá comigo, meu coração ainda anceia por isto.
Não posso aceitar a minha história, as minhas desculpas.
Estou cansado, e agora, eu queria não ter de partir...
Eu me sinto como se fosse desabar.
O asfalto, não parece suportar o peso sobre meus ombros.
Eu sempre acreditei que este fosse o nosso lugar no mundo.
O que eu deveria querer do nós? O que eu deveria lhe pedir?
Eu simplesmente estou muito cansado, e tenho de ir.
Por favor, segure minha mão, diga que eu não preciso partir.
Diga que nunca vai me deixar, e que eu devo ficar aqui, e mudar nossa história.
Me perdoe, mas estou cansado, e é como se eu não fosse suportar.
Me perdoe, mas agora, eu tenho de ir...
Naquela manhã de chuva, em plena entediante tarde de terça feira, nascem alguns sentimentos. Seja de uma simples lembrança de um sorriso ou de uma lágrima, seja daquele "empurrãozinho" de uma música marcante. Aqui, estes sentimentos têm a chance de continuarem a existir. Talvez um dia, em seu coração.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Desejo
Eu fecho meus olhos, e este desejo se intensifica.
Todas as vezes que eu a quis aqui ao meu lado, todas as vezes que lutei por este momento.
Por todo calor que eu senti vir de teu abraço.
Eu fecho meus olhos, e sinto este desejo queimar em minha carne.
Eu desafio o destino ao ir ao teu encontro,
enfrento meus próprios demônios, para você poder dormir em paz.
Transformo todos os seus sonhos em meu mundo,
para que você queira estar nele.
Todas as vezes que fecho meus olhos, você entra em meus sonhos.
Você muda a minha vida. Você transforma o meu eu.
Sim, eu sinto tudo isto. Sim, eu gosto de tudo isto.
Cada abraço, é como se eu fosse mais leve que o ar.
Como se eu fosse música, e fosse levado para o sempre pelo vento.
Então, eu vejo que estava apenas dormindo,
e me pego sorrindo por cultivar este desejo em mim...
Todas as vezes que eu a quis aqui ao meu lado, todas as vezes que lutei por este momento.
Por todo calor que eu senti vir de teu abraço.
Eu fecho meus olhos, e sinto este desejo queimar em minha carne.
Eu desafio o destino ao ir ao teu encontro,
enfrento meus próprios demônios, para você poder dormir em paz.
Transformo todos os seus sonhos em meu mundo,
para que você queira estar nele.
Todas as vezes que fecho meus olhos, você entra em meus sonhos.
Você muda a minha vida. Você transforma o meu eu.
Sim, eu sinto tudo isto. Sim, eu gosto de tudo isto.
Cada abraço, é como se eu fosse mais leve que o ar.
Como se eu fosse música, e fosse levado para o sempre pelo vento.
Então, eu vejo que estava apenas dormindo,
e me pego sorrindo por cultivar este desejo em mim...
Espelho
Como eu não queria ver este reflexo no espelho.
Não sabe como odeio o que vejo todas as manhãs, quando lavo meu rosto e ele se reflete diante de mim.
Não sabem como é aturar todo dia, esta maldita dor de cabeça, com todos os pensamentos viajando em uma velocidade que não posso acompanhar.
Não sabem o que é querer arrancar o coração do próprio peito, com as próprias mãos, por todos os sentimentos frios que ele alimenta e que me corroem.
Não faz ideia do quanto está frio e escuro aqui dentro.
Eu queria destruir esse reflexo horripilante que está neste espelho.
Cada célula do meu corpo pede que eu destrua esta imagem, que ela deixe de existir, e consigo, carregue tudo de ruim de minha alma.
Não sabe como odeio o que vejo todas as manhãs, quando lavo meu rosto e ele se reflete diante de mim.
Não sabem como é aturar todo dia, esta maldita dor de cabeça, com todos os pensamentos viajando em uma velocidade que não posso acompanhar.
Não sabem o que é querer arrancar o coração do próprio peito, com as próprias mãos, por todos os sentimentos frios que ele alimenta e que me corroem.
Não faz ideia do quanto está frio e escuro aqui dentro.
Eu queria destruir esse reflexo horripilante que está neste espelho.
Cada célula do meu corpo pede que eu destrua esta imagem, que ela deixe de existir, e consigo, carregue tudo de ruim de minha alma.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Meu sol
Eu ainda vejo cada amanhecer com a magia da primeira vez que lhe vi.
Eu sinto a chuva como se ela purificasse a minha alma, assim como seu sorriso.
Sinto o sol aquecer a minha pele, assim como cada vez que seu olhar se encontrava com o meu.
Você me mostrou que o sol bate em nossa pele como música,
acaricia nossa alma, e faz bem.
Ao seu lado, eu não me sentia pra baixo,
como em todos os dias escuros e frios da minha vida.
Dias que estavam aqui antes de você chegar.
Dias que por mais que eu tente, minha mente insiste em lembrar.
E por mais que a minha mente se esforce, você ainda me faz esquecer.
Toda escuridão.
Como se fosse o meu sol, em um dia frio.
Eu sinto a chuva como se ela purificasse a minha alma, assim como seu sorriso.
Sinto o sol aquecer a minha pele, assim como cada vez que seu olhar se encontrava com o meu.
Você me mostrou que o sol bate em nossa pele como música,
acaricia nossa alma, e faz bem.
Ao seu lado, eu não me sentia pra baixo,
como em todos os dias escuros e frios da minha vida.
Dias que estavam aqui antes de você chegar.
Dias que por mais que eu tente, minha mente insiste em lembrar.
E por mais que a minha mente se esforce, você ainda me faz esquecer.
Toda escuridão.
Como se fosse o meu sol, em um dia frio.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Insegurança.
Sabe, eu tenho vontade de lhe chamar para um café.
Um lugar bacana, que tenha um bolo de chocolate bem gostoso.
O tempo lá fora, esteja bastante agradável, e caia uma chuva inesperada.
Durante horas, perderíamos nossas mentes, em assuntos triviais e essenciais.
Comeríamos o bolo, deixaríamos o tempo passar, enquanto a xícara de café esfria.
O carro lá fora, molhado, saberia que não iríamos voltar tão cedo.
Conversaríamos sobre tudo. Sobre o mundo, sobre mim, sobre você.
Sobre nós.
A hora de irmos embora, nunca chegaria.
Preocupação com horário, estaria longe de tudo isto.
Falaríamos de tudo.
Falaríamos do quão agonizante tem sido esta distância.
Falaríamos do quão ruim foi ter permitido esta dúvida.
A noite cairia, e veríamos quanto tempo havia se passado.
O carro nos esperava, um pouco frio pela chuva que já havia deixado nossas conversas.
Estava tudo tão quieto. Estava tudo tão solitário.
Eu lhe levaria até sua casa. Sem nada pra dizer, um buraco entre nós.
Como pude ser idiota. Este era o motivo da insegurança.
Não queria deixar você ver o abismo aqui dentro.
De todas as minhas faces, esta é minha mais sombria.
Exatamente o que eu não queria lhe mostrar.
Você entraria em sua casa, com um olhar distante, tanto como se fossemos estranhos entre nós.
A cabeça baixa, iria mostra que não queria ter dito adeus, em todas as vezes que nos vimos.
E então, eu me lembraria de todas as despedidas.
Me esqueceria de todos os nossos sorrisos.
E veria todas as coisas que nunca dissemos.
Rever tudo que deveríamos ter dito, e saber que nos tornaríamos diferentes por isto.
E apenas, desistimos pela insegurança de não desabafar.
Um lugar bacana, que tenha um bolo de chocolate bem gostoso.
O tempo lá fora, esteja bastante agradável, e caia uma chuva inesperada.
Durante horas, perderíamos nossas mentes, em assuntos triviais e essenciais.
Comeríamos o bolo, deixaríamos o tempo passar, enquanto a xícara de café esfria.
O carro lá fora, molhado, saberia que não iríamos voltar tão cedo.
Conversaríamos sobre tudo. Sobre o mundo, sobre mim, sobre você.
Sobre nós.
A hora de irmos embora, nunca chegaria.
Preocupação com horário, estaria longe de tudo isto.
Falaríamos de tudo.
Falaríamos do quão agonizante tem sido esta distância.
Falaríamos do quão ruim foi ter permitido esta dúvida.
A noite cairia, e veríamos quanto tempo havia se passado.
O carro nos esperava, um pouco frio pela chuva que já havia deixado nossas conversas.
Estava tudo tão quieto. Estava tudo tão solitário.
Eu lhe levaria até sua casa. Sem nada pra dizer, um buraco entre nós.
Como pude ser idiota. Este era o motivo da insegurança.
Não queria deixar você ver o abismo aqui dentro.
De todas as minhas faces, esta é minha mais sombria.
Exatamente o que eu não queria lhe mostrar.
Você entraria em sua casa, com um olhar distante, tanto como se fossemos estranhos entre nós.
A cabeça baixa, iria mostra que não queria ter dito adeus, em todas as vezes que nos vimos.
E então, eu me lembraria de todas as despedidas.
Me esqueceria de todos os nossos sorrisos.
E veria todas as coisas que nunca dissemos.
Rever tudo que deveríamos ter dito, e saber que nos tornaríamos diferentes por isto.
E apenas, desistimos pela insegurança de não desabafar.
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