Você mente, como se não houvesse amanhã,
você chora, como seu não pudesse respirar mais,
você acredita, que tudo ruiu a nossa volta...
Você se mostra insignificante, quando esconde as memórias que perdeu...
No escuro da gaveta de seu guarda-roupas.
Ascenda a luz, me mostre seus olhos, antes que eles se fechem...
Não precisa me dizer adeus, eu sei que você vai partir...
Não espere que eu durma, até que você se torne uma de minhas memórias,
talvez das únicas felizes...
Não merecemos isto, então não se machuque tanto...
Você mente, como se eu não pudesse estar aqui,
você chora, como se eu não pudesse mais te abraçar,
você acredita, naquilo que eu sempre quis esquecer...
Olhe para nós, não faça isto,
veja o quanto nosso castelinho de areia nos protegeu...
Não sentimos a tempestade lá fora...
Nós não merecemos esta despedida,
enquanto nossas mentiras esfriam junto com o café na nossa mesa.
Enquanto fechamos nossos olhos, juntos,
temos os mesmos sonhos, refletidos na janela marcada pela chuva,
em cada despedida, sentimos nossos corações pararem,
pelo instante que as lágrimas nascem,
e morrem em nossos lábios agora separados...
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