Trancado nesta fria cela, eu me encontro...
Sem saber o mal que fiz a ninguém,
tento encontra um meio de me libertar...
Que mal eu fiz ao mundo?
Qual seria a pena a pagar?
Que eu faço agora?
Minhas melodias não poderiam ser a razão...
Meus acordes são destinados a uma única pessoa...
Esta agora que se encontra apenas em minhas lembranças...
Cada nota que saiu de meu alaúde,
agora destruido por quem me fez este mal
foram esquecidas pelo tempo...
Cada letra de minhas músicas,
queimadas para que não fossem mais lembradas...
Apenas por diversão...
Esta cela vazia e fria...
Na qual fui aprisonado...
Não chega nem aos pés do sofrimento...
De quam nunca fora amado...
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